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04/12/2020
Festas de fim de ano: Florais ajudam a minimizar estresse dos pets

Algumas cidades, como: São Paulo, Jau e Lages, bem como o Distrito Federal, já proibiram o uso, a queima e a soltura de fogos de artifício ou qualquer artefato com estampidos

Festas de fim de ano: Florais ajudam a minimizar estresse dos pets



Crédito: Edjane Madza


As festas de fim de ano se aproximam e muitos tutores começam a se preocupar com o bem-estar dos pets, já que os estampidos (barulhos altos e secos) dos fogos de artifício impactam a saúde dos animais. Por conta disso, a DrogaVET, empresa especializada na manipulação de medicamentos veterinários, orienta como proteger os pets nesse período, fazendo, por exemplo, o uso de fitoterápicos para acalmá-los.

Segundo a veterinária da empresa, Andressa Cris Felisbino, os pets possuem uma audição quatro vezes mais potente que a dos humanos e deixá-los totalmente expostos a esse barulho, pode resultar em traumas irreparáveis. “Além de afetar a audição com a ruptura da membrana timpânica, é possível ocorrer ataque cardíaco, principalmente entre os cães de idade mais avançada por serem mais propensos a cardiopatias, problemas hepáticos e insuficiência renal, que podem levá-los a óbito. Os estampidos servem como gatilho para a tremedeira, automutilação e até convulsões”, alerta a veterinária.

Mesmo com a proibição de uso, queima e soltura dos fogos de artifício em algumas cidades, como é o caso de São Paulo, Jau, Lages e, mais recentemente, no Distrito Federal, a prática ainda perdura em muitos municípios. Em Curitiba, a Lei nº 15.585, promulgada em 2019, que proíbe a utilização dos artefatos tanto em locais públicos quanto privados, entrará em vigor no próximo dia 20 de dezembro. “Não é raro haver o relato de acidentes, já que o barulho, os clarões e o cheiro de pólvora apavoram os animais. Muitos tentam se esconder, na tentativa de se protegerem e, em alguns casos, se ferem gravemente”, alerta a profissional.

Uma das ações preventivas que o tutor pode tomar quando já sabe que o animal fica sensível e agitado nesse período é a adoção de uma terapia alternativa. Reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) desde 1956 e sem contraindicações, os fitoterápicos e florais também podem ser ministrados para os pets. “Após a avaliação do médico veterinário, que vai determinar a prescrição com a matéria-prima e posologia adequadas para o animal, o tutor poderá ministrá-lo e o ideal é que seja feito um teste com, pelo menos, 15 dias de antecedência das festas de fim de ano, afim de se verificar a eficácia e a aceitação. Dessa forma, caso o medicamento não surta o efeito desejado, o tutor terá tempo hábil para recorrer a outra alternativa que mais se adapte ao pet”, orienta a veterinária.

Tratamentos à base de manipulados

Na DrogaVET, por exemplo, é possível preparar o fitoterápico na dose certa e para o período exato de tratamento, evitando desperdícios. Entre as substâncias naturais, que fazem parte do cardápio de manipulados da empresa, estão:

Solução fitoterápica calmante: um mix de extratos vegetais que tranquilizam e diminuem a ansiedade do animal, sem interferir em sua performance ou ânimo no dia a dia, com a possibilidade de aplicação do medicamento diretamente sobre a ração.

Florais: produzido a partir de um mix de flores, arbustos e árvores silvestres. As essências tratam as desordens da personalidade do animal, ou seja, o medicamento éCrédito: Priscilla Fiedler indicado para pets que já apresentam traumas com altos ruídos.

Melatonina: a melatonina é um neuro-hormônio produzido pelo organismo do animal principalmente entre o anoitecer e o amanhecer, de modo que a sua utilização pode melhorar o funcionamento do metabolismo e outros eventos fisiológicos importantes. É uma alternativa para quem não possui tempo hábil para iniciar a aplicação da solução fitoterápica ou o floral antes das festas de fim de ano, uma vez que o efeito se manifesta de maneira mais rápida no organismo, trazendo serenidade ao pet.

“De toda forma, é importante ressaltar a necessidade da indicação correta do fitoterápico e da dosagem a ser administrada e que somente poderá ser feita pelo veterinário do animal, que analisará possíveis efeitos colaterais em razão da idade avançada ou de alguma doença pré-existente no pet”, orienta Andressa.

DrogaVET - http://www.drogavet.com.br




Fonte: Céu Comunicação



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